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Açores
"Talvez a ponta visível da perdida Atlântida”

O arquipélago de nove ilhas no Atlântico de origem vulcânica, é sem sombra de dúvida mais um paraíso na terra pelas suas maravilhas naturais de incomparável beleza que deixam qualquer viajante atónito e qualquer português orgulhoso. Gastronomia variada e requintada, carne, queijos, doçaria e chá, são outras das suas riquezas.

Nas estradas sinuosas por entre planícies verdejantes, altas montanhas e escarpas que caem no Atlântico, chega-se à Lagoa das sete cidades, local de indescritível beleza pelas duas cores com que brinda o visitante, reflexo de uma lenda de amor. Chegados às Furnas onde os vulcões mostram através de pequenas lagoas fumegantes a força da natureza, oferece ainda um dos melhores pratos da gastronomia portuguesa, o cozido.

Entre a observação de baleias, a diversidade da flora, as cidades de pedra vulcânica, as igrejas, o porto da Horta e uma escalada ao Pico são algumas das visitas vivamente recomendadas.

Açores

Ilha do Pico

Ilha do Pico
Provavelmente a mais carismática ilha do arquipélago dos Açores, graças ao enorme vulcão adormecido que se ergue sensivelmente a meio do território, acima das nuvens, como uma miragem em pleno Atlântico. 
SUGESTÕES
4 estrelas
 
Pocinhobay
 
Localizado no coração da zona protegida da vinha do Pico, classificada como Património Mundial, o Pocinhobay é um paraíso de calma que oferece uma elegância discreta e uma atmosfera amigável. Pocinhobay está implantada numa pequena baía, em frente à ilha do Faial, a 10 minutos da principal Vila da Ilha (Madalena) e a 30 minutos do aeroporto.
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4 estrelas
 
Hotel Caravelas
 
Em viagem de negócios ou de lazer, o Hotel Caravelas recebe-o como ninguém. O Hotel fica situado na vila da Madalena, em situação privilegiada, já que fica a 100 metros da gare marítima e a 10 quilómetros do aeroporto, tendo ainda uma vista excepcional para a ilha do Faial.
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DICAS

Terra de desafios

"Ou se ama ou se detesta, mas ninguém lhe fica indiferente”. Luísa Terra refere-se à ilha do Pico, provavelmente a mais carismática do arquipélago dos Açores, graças ao enorme vulcão adormecido que se ergue sensivelmente a meio do território, acima das nuvens, como uma miragem em pleno Atlântico.

Natural do Faial, mas a residir no Pico, onde abriu uma charmosa unidade de turismo em espaço rural – o Pocinho Bay –, Luísa insere-se nas hostes dos que se deixaram apaixonar. O marido, José Rocha, também. Tanto que ambos abandonaram um belíssimo apartamento no Chiado, em Lisboa, para viverem tranquilamente, a dez minutos da vila de Madalena (entre uma ou outra viagem pelo mundo). E ainda bem, pois o Pocinho Bay é também uma ilha – de bom gosto e elegância –, dentro da rústica e agreste ilha do Pico. Para mais dá para uma baía em miniatura, quase privativa, e possui 14 hectares de arbustos, faias, incensos e laranjeiras, onde algumas camas de rede servem de pretexto a doces horas de dolce far niente.

Ao longo da estadia, o Pocinho funcionou como porto de abrigo, bom de saborear sobretudo ao final do dia, numa tentativa tão desesperada quanto inútil de recuperar a sensibilidade dos músculos do corpo. É que, apesar de este pequeno hotel constituir uma ode à preguiça, o Pico é demasiadamente fascinante para não ser palmilhado de lés a lés – para desgraça do corpinho daqueles que, num assomo de coragem irreflectido, decidem (como nós) escalar o vulcão-montanha mais alto de Portugal. Admita-se, no entanto, que, apesar do físico moído, a experiência não só vale a pena como nos parece inesquecível e indispensável. O percurso – de cinco ou seis horas de caminhada – inicia-se junto ao Cabeço das Cabras, a cerca de 1200 metros de altitude. No começo o coração começa a bater descompassado. Depois são os músculos que fraquejam. E quando já se acha que mais um passo e "esticamos o pernil” (literalmente) há uma montanha quase inteira por descobrir. Aí cabe ao guia avaliar as capacidades de cada caminhante. Joaquim, o nosso, vaticinou a subida, pelo que lá fomos contornando as rochas e subindo trilhos íngremes aromatizados a tomilho, duvidando da sua sabedoria.

Ao chegar ao Pico Grande, uma grande cratera com cerca de 700 metros de diâmetro, a sensação de vitória é inevitável, mas incompleta. Falta conquistar o Piquinho, um cone vulcânico 50 metros acima, com três ou quatro fumarolas. Ou seja, mais uma hora de escalada pura e dura, que nem o canto dos tentilhões consegue adoçar! Se o céu estiver limpo podem alcançar-se de apenas um relance as ilhas do Faial, São Jorge, Graciosa e Terceira, pelo que só as vistas valeriam todo o esforço. Depois é a sensação de missão cumprida, de limites ultrapassados, além do silêncio intemporal que nos engole e cuja sensação é impossível de traduzir em palavras."*


Informações Gerais


Diferença Horária

Menos uma hora do que em Portugal Continental.

Clima

Os Açores possuem clima temperado marítimo, pelo que se registam pequenas amplitudes térmicas, sendo a temperatura média de 14ºC no Inverno e 20ºC no Verão. O grupo ocidental é frequentemente atravessado por depressões, que originam mau tempo. A chuva pode surgir em todas as épocas do ano, mas não é raro que, no mesmo dia, o céu limpo alterne com aguaceiros.

Indicativos

296 (São Miguel e Santa Maria); 295 (Terceira, Graciosa e São Jorge); 292 (Faial, Pico, Flores e Corvo).

Onde comer

Não poderá deixar passar uma refeição no Ancoradouro - Areia Larga, Madalena do Pico -, sem dúvida o melhor restaurante da ilha, onde pode experimentar boas espetadas de camarão e o típico caldo de peixe do Pico. Preço médio por refeição: 12€.

Actividades

Whale Watching – Espaco Talassa, Rua dos Baleeiros, Lajes do Pico. Uma oportunidade a não perder!

 

*Rotas&Destinos

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